Joaquim Lira e Henrique Queiroz votaram a favor do projeto da PM

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Créditos: Rinaldo Marques

Os deputados Joaquim Lira (PSD) e Henrique Queiroz (PR) e mais 31 parlamentares aprovaram o projeto que prevê o reajuste da Polícia Militar de Pernambuco. Ao todo, dos 49 deputados, 33 votaram a favor. Insatisfeitos com o projeto, 11 deputados deixaram a galeria.  A votação ocorreu sob protesto de deputados contra a proposta, que consideraram haver descumprimento das regras de tramitação da matéria.

A oposição anunciou que entrará com um mandado de segurança para tentar anular a votação, já que o grupo acredita que o regimento interno foi rompido durante o processo de tramitação, já que ele só poderia ser apreciado a partir desta quarta-feira (15). Por isso o grupo se retirou do plenário. O presidente da Alepe, Guilherme Uchoa (PDT), disse não ver nenhum rompimento do regimento.

QUEM VOTOU?

Do governo, ficaram no plenário para manter a votação os deputados: Guilherme Uchoa (PDT), Antônio Moraes (PSDB), Terezinha Nunes (PSDB), Pedro Serafim Neto (PDT), Roberta Arraes (PSB), Lucas Ramos (PSB), Cleiton Collins (PP), Laura Gomes (PSB), Claudiano Martins Filho (PP), Isaltino Nascimento (PSB), Romário Dias (PSD), Gustavo Negromonte (PMDB), Aluísio Lessa (PSB), Rogério Leão (PR), Beto Accioly (SD), Diogo Moraes (PSB), Vinícius Labanca (PSB), Simone Santana (PSB), Jadeval de Lima (PDT), Zé Maurício (PP), Waldemar Borges (PSB), André Ferreira (PSC), Marcantônio Dourado (PSB), Eduíno Brito (PP), Ricardo Costa (PMDB), João Eudes (PDT), Eriberto Medeiros (PTC), Rodrigo Novaes (PSD), Tony Gel (PMDB), Clodoaldo Magalhães (PSB), Joaquim Lira (PSD), Henrique Queiroz (PR) e Everaldo Cabral (PP).

Da oposição, participaram da sessão os deputados Priscila Kraus (DEM), Joel da Harpa (PTN), Socorro Pimentel (PSL), Teresa Leitão (PT), Edilson Silva (PSOL), Álvaro Porto (PSD), Silvio Costa Filho (PRB), Julio Cavalcanti (PTB), Ossésio Silva (PRB), Augusto César (PTB) e Odacy Amorim (PT). Todos deixaram o plenário antes da votação. 

Faltaram Adalto Santos (PSB), Dr Valdi (PP), Francismar Pontes (PSB), Paulinho Tomé (PT) e José Humberto Cavalcanti (PTB).

OPERAÇÃO PADRÃO CONTINUA

Desde a aprovação do reajuste da Polícia Militar, as associações militares prometem intensificar a operação-padrão. Isso significa, segundo eles, que os policiais militares não irão às ruas caso os coletes à prova de balas esteja fora da validade ou no caso dos carros estarem sem documentação em dia.

O Galo da Madrugada também está no foco e há uma promessa que a festa possa ser afetada em meio à queda de braço entre a PM e o governo. Há uma leitura que os policiais estariam desmotivados para fazer o policiamento na festa. Nessa segunda-feira (13), a tropa estava reunida em frente à Alepe e gritava “Não vai ter galo; não vai ter Galo”. Em entrevista no Resenha Polítia, na última sexta, o secretário de Defesa Social, Ãngelo Gioia, prometeu segurança na festividade.

Com informações do JC Online

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